Monitoramento da biodiversidade e da dinâmica de desenvolvimento da floresta

Monitoramento da biodiversidade e da dinâmica de desenvolvimento da floresta

  • Última atualização em Quinta, 10 de Novembro de 2016, 09h05

Uma das responsabilidades do Serviço Florestal Brasileiro é assegurar que, nas áreas de concessões, sejam conservadas as funções ecológicas da floresta. Para tanto o órgão conta com informações obtidas por meio do monitoramento de biodiversidade em módulos RAPELD e monitoramento da dinâmica de desenvolvimento da floresta em Parcelas Permanentes de Inventário Contínuo.


Os módulos RAPELD, são sítios de pesquisa ecológica de longa-duração (componente PELD) que permite inventários rápidos (componente RAP) para avaliação da complementaridade biótica e planejamento do uso da terra.


A metodologia segue as diretrizes do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) do Ministério da Ciência e Tecnologia. Nessa metodologia parcelas de 1km x 5km são implementadas dentro das áreas de manejo florestal para condução de avaliações quanto ao impacto das explorações em diferentes grupos da fauna e também nos corpos d´água (rios, lagos, córregos...).


O Serviço Florestal Brasileiro realiza alguns desses estudos, mas também incentiva que os concessionários os executem, por meio de parcerias com instituições de pesquisa. Os estudos podem contabilizar para abatimentos nos preços florestais a serem pagos à União pela concessão.


Para avaliar a regeneração e o crescimento da floresta, subsidiando o planejamento da exploração florestal ao longo do ciclo de corte, foram implantadas Parcelas Permanentes de Inventário Contínuo, seguindo as diretrizes da Rede de Monitoramento da Dinâmica de Florestas da Amazônia (REDEFLOR).